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	<title>Fora de Cena &#187; Críticas</title>
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		<title>Crítica: Saw I, II, III, IV, V, VI, VII (Enigma Mortal)</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Aug 2011 18:59:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img class="alignnone" src="http://www.foradecena.com/images/saw.jpg" alt="" width="536" height="190" />
Dois homens (interpretados por Leigh Whannell e Cary Elwes) acordam numa casa de banho e não têm ideia de como foram lá parar. O facto de estarem aprisionados por correntes já é suficientemente inquietante, mas quando encontram um cadáver no centro da sala o panorama torna-se ainda mais assustador.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="http://www.foradecena.com/images/saw.jpg" alt="" width="536" height="190" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Dois homens (interpretados por Leigh Whannell e Cary Elwes) acordam numa casa de banho e não têm ideia de como foram lá parar. O facto de estarem aprisionados por correntes já é suficientemente inquietante, mas quando encontram um cadáver no centro da sala o panorama torna-se ainda mais assustador. No momento em que a dupla se apercebe de que está a ser controlada por um serial killer, estão lançadas as bases para uma promissora proposta por domínios do terror, thriller e suspense.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Saw 3D (ou Saw 7) foi lançado recentemente, e parece que não será o último filme de uma das sagas mais rentáveis feitas até hoje. Segui as sequelas de Saw até ao quarto filme, depois acabei por perder um pouco o interesse, mas com o lançamento do sétimo filme, resolvi rever os primeiros quatro e visualizar os restantes pela primeira vez. Efectuei neste artigo, breves críticas sobre todos eles, começando logicamente por Saw, lançado nos EUA em 2004, na época do Halloween.</p>
<p>A película já tinha sido exibida anteriormente no Festival de Toronto, e causou grande impacto. O lançamento posterior nos cinemas, foi um verdadeiro sucesso e teve um rendimento incrível, principalmente para uma produção independente e de baixo orçamento (em Portugal o filme teve um lançamento muitíssimo discreto), e por incrível que pareça também, Saw foi a primeira longa metragem de James Wan (jovem australiano que veio posteriormente a realizar Death Sentence e Dead Silence). O filme de Wan, é um thriller psicológico bastante duro, intenso, claustrofóbico e doentio, que vai buscar uma pouco das suas origens a filmes como Cube (de Vincenzo Natali) e Se7en (de David Fincher), que por sinal são ambos excelentes. O argumento e banda sonora são muito bons, mas o filme peca pelas interpretações, que de forma geral são um pouco fracas, pois não atribuem o carácter necessário às personagens. Para além das características divulgadas anteriormente, Saw consegue ser surpreendente pela positiva, e em certos momentos consegue apanhar o espectador completamente desprevenido, falo por exemplo do final, que me deixou estupefacto, pois não o prévia daquela forma.</p>
<p>Saw não é perfeito, mas é um dos thriller&#8217;s psicológico mais interessantes que tive oportunidade de ver, pois consegue prender o espectador do inicio ao fim, mesmo o espectador que já conheça a história e já tenha visualizado o filme, que foi o meu caso. Esta segunda visualização deixou-me pegado ao ecrã, tal como a primeira. Grandes filmes são assim, embora o efeito surpresa tenha desaparecido na primeira visualização, numa segunda da-se mais atenção a outros aspectos também eles, interessantes.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw (2004)<br />
<strong>Realização:</strong> James Wan<br />
<strong>Argumento:</strong> Leigh Whannell e James Wan<br />
<strong>Elenco:</strong> Cary Elwes, Leigh Whannell e Danny Glover<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 8,0/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4350" title="saw2" src="http://www.foradecena.com/images/saw2.jpg" alt="" width="540" height="195" /></p>
<p><strong>Sinopse:</strong> Depois do sucesso &#8220;Saw -- Enigma Mortal&#8221;, Jigsaw está de volta para aterrorizar e lançar um novo desafio. A morrer com um cancro, Jigsaw deixa-se apanhar pelas autoridades. Mas nem tudo é tão simples quanto parece. Jigsaw confessa ao detective Eric Matthews que o seu filho Daniel foi feito refém, juntamente com mais sete pessoas numa casa de horrores completamente armadilhada. Jigsaw promete a Eric que deixará o seu filho viver se o polícia aceitar as regras do jogo. Mas o tempo escasseia pois os prisioneiros foram contaminados com uma toxina que acabará por matá-los. Fechados numa casa repleta das mais pérfidas armadilhas, os oito prisioneiros terão que, numa corrida contra o tempo, tentar desesperadamente sobreviver a um jogo de sangue e violência.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Tal como o seu antecessor, a sequela é igualmente um thriller psicológico duro mas infelizmente menos intenso, claustrofóbico e doentio que o primeiro. Este segundo capitulo tem a seu favor um argumento mais elaborado, com mais acção (ao contrário da fabulosa lentidão crescente do original) e também mais caracterização à volta das suas personagens que são na sua maioria&#8230; fracas. Excepto Tonnie Bell, que caracteriza uma vês mais &#8220;Jigsaw&#8221; e que desenvolve a sua personagem de forma fria, objectiva e insensível.</p>
<p>Está sequela, fica por isso mesmo, um pouco atrás do original, mas acaba por não desiludir&#8230; As bases são as mesmas, o final é surpreendente também, embora não seja tão bom como o do primeiro, é satisfatório, e deixa o espectador interessado para próximo capitulo.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw II (2005)<br />
<strong>Realização:</strong> Darren Lynn Bousman<br />
<strong>Argumento:</strong> Leigh Whannell e Darren Lynn Bousman<br />
<strong>Elenco:</strong> Donnie Wahlberg, Erik Knudsen, Tobin Bell, Dina Meyer<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 7,5/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4352" title="saw3" src="http://www.foradecena.com/images/saw3.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Jigsaw desapareceu. Ajudado pela sua aprendiz, conseguiu uma vez mais espalhar o terror nunca pequena comunidade com uma série de jogos brutais e evadir-se das autoridades sem deixar rasto. Lynn, uma médica, é raptada à saída do hospital e levada para um armazém abandonado onde é apresentada a Jigsaw -- que se encontra às portas da morte. À médica, é-lhe pedido que mantenha o psicopata vivo até Jeff, outra vítima de Jigsaw, complete o seu &#8220;jogo&#8221;. Mas Lynn está longe de imaginar que ela própria é uma peça principal naquele que poderá ser o derradeiro jogo de Jigsaw&#8230;</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Ao contrário dos capítulos anteriores, Saw III encaminha-se noutra direcção. O suspense e os jogos psicológicos presentes nos capítulos anteriores, dão lugar a uma violência sanguinária bastante dura. As mortes estão mais perversas e frias, tornando bastante difícil a tarefa de ver o filme todo sem fechar os olhos uma única vez. Desta vez, Bousman preferiu causar uma maior repulsa e medo ao espectador do que confundi-lo psicologicamente, que para mim foi um erro tremendo, pois o factor psicológico destingia a saga. Felizmente, temos novamente um final bastante surpreendente. Embora o terceiro filme da saga, seja pior que os dois anteriores, consegue ser razoavelmente atractivo e interessante.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw III (2006)<br />
<strong>Realização:</strong> Darren Lynn Bousman<br />
<strong>Argumento:</strong> Leigh Whannell e James Wan<br />
<strong>Elenco:</strong> Tobin Bell, Shawnee Smith e Angus Macfadyen<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 7,0/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4354" title="saw4" src="http://www.foradecena.com/images/saw4.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Jigsaw e a sua aprendiz Amanda estão mortos. Toda a força policial continua a juntar peças do puzzle de jogos macabros elaborados por Jigsaw. Subitamente, o detective Rigg é raptado -- o único elemento da polícia que ainda não viveu na pele os jogos de Jigsaw. Forçado a jogar um jogo perverso, Rigg tem 90 minutos para sobreviver a uma série de armadilhas diabólicas&#8230; ou encarar as consequências mortíferas. Paralelamente, o FBI descobre pistas que os levam à ex-mulher de Jigsaw, e o plano sinistro que Jigsaw tem para as suas vítimas passadas, presentes e futuras é finalmente revelado.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Saw III desiludiu muitos fãs do franchise, mas Saw IV desiludiu muitos mais. As histórias cruzadas no decorrer do filme, e os flashbacks mantém no quarto filme da saga, e o suspense foi novamente reintegrado, no entanto de forma bastante confusa&#8230; O espectador, mesmo que esteja bastante familiarizado com a história, inevitavelmente se perde com tantas armadilhas e assassinatos, e acaba por se perder também no tempo em que a história decorre&#8230; Para além da confusão na história, temos também presentes os factores negativos que tínhamos nos filmes anteriores. Factores positivos&#8230; Poucos. As cenas são menos violentas (como acontece no 1º e 2º filme), e considero que seja um factor positivo porque o terceiro filme era sanguinário em demasia. Felizmente ficámos a perceber um pouco mais de Jigsaw, incluindo um dos verdadeiros motivos que o levou a tornar-se num serial killer.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw IV (2007)<br />
<strong>Realização:</strong> Darren Lynn Bousman<br />
<strong>Argumento:</strong> Patrick Melton e Marcus Dunstan<br />
<strong>Elenco:</strong> Tobin Bell, Scott Patterson e Louis Ferreira<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 6,0/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4355" title="saw5" src="http://www.foradecena.com/images/saw5.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Neste 5º capítulo da série, Hoffman é, aparentemente, a única pessoa viva a continuar o legado de Jigsaw. Mas quando o seu segredo é ameaçado, Hoffman tudo fará para eliminar as pontas soltas.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Saw V é sem dúvida alguma pior que o seus antecedentes&#8230; Aliás a saga desde o primeiro filme que têm piorado sucessivamente na minha opinião. A crítica que fiz a Saw IV aplica-se de igual forma a Saw V. Para além de todos os defeitos do seu antecessor, Saw V consegue ser ainda mais previsível, e ter um final completamente banal. A fotografia perdeu a obscuridade e mistério dos primeiros filmes e a banda sonora limita-se a apostar em sons barulhentos que tentam inspirar, sem sucesso, um ambiente gore nos espectadores. O elenco é apenas razoável (infelizmente a saga nunca apresentou grande qualidade neste aspecto), e o novo vilão da saga é desinteressante, principalmente se for comparado a Jigsaw interpretado por Tobin Bell.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw V (2008)<br />
<strong>Realização:</strong> David Hackl<br />
<strong>Argumento:</strong> Patrick Melton e Marcus Dunstan<br />
<strong>Elenco:</strong> Scott Patterson, Costas Mandylor e Tobin Bell<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 5,5/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><img class="alignnone size-full wp-image-4357" title="saw6" src="http://www.foradecena.com/images/saw6.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> O agente Strahm do FBI está morto, e o detective Hoffman surge como o herdeiro invicto do legado de Jigsaw. Mas o FBI está cada vez mais perto de descobrir toda a verdade, mesmo assim, Hoffman recusa-se a parar com os seus jogos mortais.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Saw VI é mais do mesmo&#8230; É desgastante ver a mesma formula ser utilizada filme após filme. Saw VI é o espelho de Saw IV e Saw V. Não existe muito a acrescentar, é mais do mesmo. Mas consegue ser ainda pior a nível de interpretações e a nível de história. Começa a parecer uma telenovela com mortes à mistura&#8230; e já nem parece que o filme faz parte da saga anterior.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw VI (2009)<br />
<strong>Realização:</strong> Kevin Greutert<br />
<strong>Argumento:</strong> Marcus Dunstan e Patrick Melton<br />
<strong>Elenco:</strong> Tobin Bell, Costas Mandylor e Mark Rolston<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 5,0/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><strong><img class="alignnone size-full wp-image-4441" title="saw3d" src="http://www.foradecena.com/images/saw3d.jpg" alt="" width="540" height="195" /><br />
Sinopse:</strong> Quando uma batalha mortal se desencadeia sobre o brutal legado de Jigsaw, um grupo dos que a ele sobreviveram reúne-se para procurar o apoio de um guru da auto-estima e também ele sobrevivente de Jigsaw, um homem chamado Bobby Dagen, cujos próprios segredos tenebrosos vão dar origem a uma nova onda de terror.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Saw 3D ou Saw VII, como preferirem, é mais um filme com uma narrativa fraca, simplista e desinteressante, que utiliza uma fórmula já esgotada nos capítulos anteriores. As armadilhas mortais são desinteressantes, as personagens também, e sinceramente as interpretações são medíocres. Transformaram a saga &#8221;SAW&#8221; num reality show de mortes sem interesse absolutamente nenhum. Onde está o terror psicológico, intenso e claustrofóbico que existia no primeiro e segundo filme? Saw 3D nem parece que faz parte da mesma saga, a inteligência das armadilhas, a fotografia obscura, o vilão misterioso e interessante&#8230; desapareceu tudo. Se Saw VI não tinha ponta por onde se pegue, Saw 3D bate-o de forma negativa a todos os níveis, é impressionante como infelizmente estragaram uma saga, filme após filme, só porque continuava a ser rentável&#8230; infelizmente nos dias que correm, é mais importante fazer um filme rentável que fazer um BOM filme.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Saw 3D (2010)<br />
<strong>Realização:</strong> Kevin Greutert<br />
<strong>Argumento:</strong> Patrick Melton, Marcus Dunstan<br />
<strong>Elenco:</strong> Tobin Bell, Costas Mandylor e Betsy Russell<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 4,0/10</p>
<p>—————————————————————————————————————————————————</p>
<p><span class="youtube">
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		<title>Crítica: Scream 4 (Gritos 4)</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Apr 2011 15:01:47 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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Sidney Prescott (Neve Campbell), agora autora de um livro narrando as suas experiências com o temível assassino sobre os acontecimentos de há dez anos, regressa à cidade de Woodsboro, para uma última paragem na torneé de promoção ao seu livro. Em Woodsboro, ela reencontra o Xerife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox), agora casados, bem como a sua prima Jill (Emma Roberts) e a sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente o regresso de Sidney trás também de volta o assassino da máscara branca, colocando toda [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4767" title="newscream4" src="http://www.foradecena.com/images/newscream4.jpg" alt="" width="536" height="190" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Sidney Prescott (Neve Campbell), agora autora de um livro narrando as suas experiências com o temível assassino sobre os acontecimentos de há dez anos, regressa à cidade de Woodsboro, para uma última paragem na torneé de promoção ao seu livro. Em Woodsboro, ela reencontra o Xerife Dewey (David Arquette) e Gale (Courteney Cox), agora casados, bem como a sua prima Jill (Emma Roberts) e a sua tia Kate (Mary McDonnell). Infelizmente o regresso de Sidney trás também de volta o assassino da máscara branca, colocando toda a população de Woodsboro em perigo.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> A trilogia de <a href="http://www.foradecena.com/critica-scream-gritos/"target="_self" rel="nofollow" title="" >Scream</a>, foi muito marcante&#8230; temos humor negro, temos suspense e várias situações inesperadas. Estas características foram muito marcantes na criação dos três primeiros filmes da saga, e mantiveram-se no quarto filme (felizmente). Actualmente os filmes de terror estão a usar formulas gastas, sem criatividade alguma, e sinceramente esperava que acontece-se um pouco disso em Scream 4, mas estava enganado.</p>
<p>Scream 4, revela-se uma boa surpresa. Tal como os seus antecessores, procura o terror, partindo sempre de situações cómicas, e consegue um desenvolvimento de história bastante composto, cheio de intrigas, surpresas e suspense. Obviamente que fazendo uma comparação com os filmes anteriores da saga, existe uma certa repetição no tipo de mortes, no tipo de piadas incutidas, mas o filme acaba por ter um estilo diferente dos anteriores, marcado por diversos detalhes, e quem conhece os restantes filmes da saga nota isso desde logo.</p>
<p>É um filme bem mais sangrento que os três primeiros, até porque existem mais vitimas e por consequente mais suspeitos. As piadas divulgadas ao longo do filme são certeiras, e tornam o filme divertido e empolgante&#8230; Conta com um elenco de luxo, embora composto maioritariamente por jovens actores, que felizmente já têm alguma experiência, e refiro-me também aos actores secundários. Á medida que a história se vai desenrolando, o ritmo do filme vai aumentando progressivamente&#8230; até chegarmos ao climax final que foi elaborado na perfeição. No final, queremos mais&#8230; queremos um Scream 5, ou pelo menos, eu quero!</p>
<p>Pode visualizar a critica feita pelo &#8220;Fora de Cena&#8221; ao primeiro filme da saga, através <a href="http://www.foradecena.com/critica-scream-gritos/"><strong>deste</strong></a> link. Ambos são óptimos filmes, mas continuo a dar preferência ao primeiro, que sem dúvida foi o mais marcante e mais original.</p>
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		<title>Crítica: My Soul to Take (A Sétima Alma)</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Apr 2011 13:57:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.foradecena.com/images/mysoultotake.jpg" alt="" title="mysoultotake" width="536" height="190" class="alignnone size-full wp-image-4753" />
De acordo com uma lenda local, um assassino em série (conhecido por Estripador) voltará a cidade de Riverton para matar as sete crianças que nasceram na noite em que ele supostamente morreu. Dezasseis anos depois da morte dele, começam a desaparecer alguns membros da comunidade. Todos os jovens sabem que o Estripador está morto, mas continuam a acreditar que a sua alma poderá ter-se reencarnado num dos corpos deles, o que os força a descobrir qual deles poderá ser o assassino.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img src="http://www.foradecena.com/images/mysoultotake.jpg" alt="" title="mysoultotake" width="536" height="190" class="alignnone size-full wp-image-4753" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> De acordo com uma lenda local, um assassino em série (conhecido por Estripador) voltará a cidade de Riverton para matar as sete crianças que nasceram na noite em que ele supostamente morreu. Dezasseis anos depois da morte dele, começam a desaparecer alguns membros da comunidade. Todos os jovens sabem que o Estripador está morto, mas continuam a acreditar que a sua alma poderá ter-se reencarnado num dos corpos deles, o que os força a descobrir qual deles poderá ser o assassino.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> My Soul to Take é o novo filme de Wes Craven, que já realizou grandes obras cinematográficas. No entanto, My Soul to Take é uma receita já explorada de várias formas, e completamente gasta. Adolescentes com as hormonas aos saltos, um assassino implacável, e um mistério sobre o assassino que existe durante todo o filme. O suspense é criado de forma eficaz, mas eu pessoalmente achei-o um pouco previsível. A história é pouco criativa, quase que parece um remix de <a href="http://www.foradecena.com/critica-scream-gritos/"target="_self" rel="nofollow" title="" >Scream</a>&#8230; falando nisso, Scream 4 irá estrear para breve, e Wes Craven é o realizador&#8230; Filme razoável, mas espero mais de Scream 4.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> My Soul to Take (A Sétima Alma)<br />
<strong>Realização:</strong> Wes Craven<br />
<strong>Argumento:</strong> Wes Craven<br />
<strong>Elenco:</strong> Max Thieriot, John Magaro, Emily Meade, Nick Lashaway<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller<br />
<strong>Avaliação:</strong> 6,0/10</p>
<p><span class="youtube">
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		<title>Crítica: Burlesque (2010)</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Jan 2011 19:20:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>kidmarks</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a rel="attachment wp-att-4636" href="http://www.foradecena.com/critica-burlesque-2010/burlesque/"><img class="alignnone size-full wp-image-4636" src="http://www.foradecena.com/images/burlesque.jpg" alt="" width="535" height="190" /></a>Esta semana fui ver o musical <strong>Burlesque</strong>, e como amante de musicais que sou, esta opinião/crítica vai ser bastante subjectiva. Para todos os fãs de musicais no geral eu aconselho este filme, para irem ver com bastante descontracção.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a rel="attachment wp-att-4636" href="http://www.foradecena.com/critica-burlesque-2010/burlesque/"><img class="alignnone size-full wp-image-4636" src="http://www.foradecena.com/images/burlesque.jpg"  alt="" width="535" height="190" / rel="lightbox"></a>Esta semana fui ver o musical <strong>Burlesque</strong>, e como amante de musicais que sou, esta opinião/crítica vai ser bastante subjectiva.</p>
<p>É um musical decente, não muito bom ou óptimo, mas também não o pretende ser em nenhum momento do filme, o que é bom para o contexto do mesmo. A história não traz nada de novo e utiliza alguns clichés já bastante conhecidos no entanto é apenas um filme que pretende divertir, animar e fazer com que o público se ponha em pé a dançar e a cantar ao som da estrondosa voz de <strong>Christina Aguilera</strong> que aqui demonstra uma vez mais o seu grande potencial vocal.</p>
<p>Para todos os fãs de musicais no geral eu aconselho este filme, para irem ver com bastante descontracção. No final penso que o filme consegue atingir o seu objectivo, o de entreter e de levar o público ao mundo do burlesco, do sensual, da música e da dança.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Melhor:</strong> Banda sonora, guarda roupa, a Voz de Christina Aguilera.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>O Pior:</strong> Fotografia, clichés.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Classificação: 7 / 10</strong></p>
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		<title>Crítica: The Town (A Cidade)</title>
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		<pubDate>Wed, 08 Dec 2010 21:01:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img class="alignnone" src="/images/thetown.jpg" alt="" width="536" height="190" />
Há mais de 300 assaltos a bancos por ano, em Boston. E um bairro chamado Charlestown tem produzido mais assaltantes que qualquer outro sítio nos EUA. Um deles é Doug MacRay (Ben Affleck), que seguiu as pisadas do pai e tornou-se o líder de um perigoso grupo de assaltantes. Durante um assalto, o grupo fez refém a gerente do banco Claire Keesey (Rebecca Hall). Mesmo deixando-a sair ilesa, Claire ficou nervosa ao saber que os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone" src="/images/thetown.jpg" alt="" width="536" height="190" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Há mais de 300 assaltos a bancos por ano, em Boston. E um bairro chamado Charlestown tem produzido mais assaltantes que qualquer outro sítio nos EUA. Um deles é Doug MacRay (Ben Affleck), que seguiu as pisadas do pai e tornou-se o líder de um perigoso grupo de assaltantes. Durante um assalto, o grupo fez refém a gerente do banco Claire Keesey (Rebecca Hall). Mesmo deixando-a sair ilesa, Claire ficou nervosa ao saber que os ladrões sabem o seu nome e onde mora. Mas acaba por ficar mais tranquila quando conhece um homem modesto e bastante charmoso chamado Doug… sem perceber que é o mesmo homem que dias antes, a aterrorizou. A atracção instantânea entre eles gradualmente se transforma num apaixonado e perigoso romance.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Ben Affleck é um grande actor (mesmo que a sua carreira tenha tido fases menos boas)&#8230; e provou ser um realizador com bastante potencial após “Gone Baby Gone”. Passados três anos, Affleck apresenta-nos “The Town”, com uma premissa que aparenta utilizar uma fórmula bastante gasta (lembrando um pouco clássicos como “Heat” de 1995). No entanto, Ben Affleck conseguiu reciclar essa fórmula e torna-la mais interessante. O filme apresenta-nos a realidade de Boston, de forma bastante dura, e faz-nos reflectir sobre a forma como muitos jovens da cidade são obrigados a adoptar um estilo de vida delinquente (uma crítica social desenvolvida no decorrer do filme).</p>
<p><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=bWxEKnf3Krk">www.youtube.com/watch?v=bWxEKnf3Krk</a></p></p>
<p>A montagem rápida confere um ritmo alucinante ao filme, a fotografia é muito bonita, as interpretações são excelentes, e as sequências de assaltos estão espectacularmente bem feitas. Quero destacar Jeremy Renner pela interpretação assombrosa, e Ben Affleck também, afinal de contas consegue desenvolver uma das melhores interpretações da sua carreira, e ao mesmo tempo sentar-se no lugar de realizador. O final do filme, poderá ser um pouco previsível, e até mesmo algo poético (digamos assim), mas &#8221;encaixa&#8221;.</p>
<p>Para mim, &#8221;A Cidade&#8221; é sem dúvida alguma um dos melhores filmes do ano&#8230; adorei. O novo filme de Ben Affleck coloca o actor/realizador no caminho certo, e indubitavelmente elevou a sua fasquia como realizador.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> The Town (2010)<br />
<strong>Realização:</strong> Ben Affleck<br />
<strong>Argumento:</strong> Peter Craig e Ben Affleck<br />
<strong>Elenco:</strong> Ben Affleck, Rebecca Hall, Jon Hamm,  Jeremy Renner<br />
<strong>Género:</strong> Crime, Drama, Thriller<br />
<strong>Avaliação:</strong> 8,5/10</p>
<div id="_mcePaste" style="overflow: hidden; position: absolute; left: -10000px; top: 118px; width: 1px; height: 1px;">
<table class="cast_list">
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<tr class="even">
<td class="name"><a href="http://www.imdb.com/name/nm0719637/">Jeremy Renner</a></td>
</tr>
</tbody>
</table>
</div>
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		<title>Crítica: What Lies Beneath (A Verdade Escondida)</title>
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		<pubDate>Mon, 15 Nov 2010 02:22:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.foradecena.com/images/whatliesbeneath.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-4317" title="whatliesbeneath" src="http://www.foradecena.com/images/whatliesbeneath.jpg" alt="" width="536" height="190" /></a>
Norman e Claire Spenser tinham uma vida relativamente pacata. Mas certo dia, Claire ouve a vizinha a chorar e ao tentar acalma-la apercebe-se que algo de muito estranho se passa entre ela e o marido. Claire fica bastante desconfiada com toda a situação, principalmente porque nos dias seguintes repara que a vizinha desapareceu misteriosamente. Norman pensa que Claire não está bem psicologicamente, principalmente quando a mesma começa a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foradecena.com/images/whatliesbeneath.jpg"  rel="lightbox"><img class="alignnone size-full wp-image-4317" title="whatliesbeneath" src="http://www.foradecena.com/images/whatliesbeneath.jpg" alt="" width="536" height="190" /></a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Norman e Claire Spenser tinham uma vida relativamente pacata. Mas certo dia, Claire ouve a vizinha a chorar e ao tentar acalma-la apercebe-se que algo de muito estranho se passa entre ela e o marido. Claire fica bastante desconfiada com toda a situação, principalmente porque nos dias seguintes repara que a vizinha desapareceu misteriosamente. Norman pensa que Claire não está bem psicologicamente, principalmente quando a mesma começa a ter visões muito estranhas&#8230; Mas Claire esforça-se para tentar perceber que significado têm as suas visões, e pelo caminho irá descobrir um segredo terrível.</p>
<p><span class="youtube">
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<p><strong>Crítica:</strong> Já não me lembro quando vi pela primeira vez What Lies Beneath, talvez em 2002 ou 2003, mas desde essa altura que fiquei com uma óptima impressão do filme, e tal como outros filmes que tenho falado aqui no blog, resolvi revê-lo e fazer uma breve critica sobre o mesmo. O filme de Robert Zemeckis utiliza uma formula já vista em diversos filmes, mas de certo modo aperfeiçoada&#8230; A história é muito bem contada ao longo do filme, de forma calma e com um ritmo perfeito, para além disso, é inteligente e conta com algumas reviravoltas interessantes. Existe suspense durante o filme todo, e muitos sustos à mistura&#8230; alguns mais previsíveis que outros logicamente, mas todos eles muito bem feitos. As actuações por parte dos protagonistas são muito boas&#8230; Destaque logicamente para Michelle Pfeiffer. A banda sonora é bem escolhida, e bem utilizada, e a forma como a trama é filmada é bastante interessante, com alguns planos criativos, que dão maior simbolismo a algumas cenas. Antes de acabar esta rápida crítica, quero dar destaque a uma das cenas finais do filme (falo da cena da banheira), que para mim está executada na perfeição.</p>
<p>De forma geral é um bom filme, com alguns clichês à mistura, alguns sustos previsíveis, mas que compensa noutros aspectos.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> What Lies Beneath (2000)<br />
<strong>Realização:</strong> Robert Zemeckis<br />
<strong>Argumento:</strong> Clark Gregg, Sarah Kernochan<br />
<strong>Elenco:</strong> Harrison Ford, Michelle Pfeiffer e Katharine Towne<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Thriller, Mistério<br />
<strong>Avaliação:</strong> 7,5/10</p>
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		<title>Crítica: The Wolfman (O Lobisomem)</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 11:09:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img alt="" src="http://www.foradecena.com/images/wolfman.jpg" class="alignnone" width="536" height="190" />
Lawrence Talbot (Benicio Del Toro) é um aristocrata atormentado pelo seu passado, que abandonou Blackmoor, uma pequena aldeia britânica onde nasceu à muitos anos, após graves desavenças com o seu pai, Sir John Talbot (Anthony Hopkins). Alguns anos depois é contactado pela noiva do seu irmão, Gwen (Emily Blunt), que o informa do seu desaparecimento e lhe suplica que regresse à sua aldeia para ajudar nas buscas.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img alt="" src="http://www.foradecena.com/images/wolfman.jpg" class="alignnone" width="536" height="190" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Lawrence Talbot (Benicio Del Toro) é um aristocrata atormentado pelo seu passado, que abandonou Blackmoor, uma pequena aldeia britânica onde nasceu à muitos anos, após graves desavenças com o seu pai, Sir John Talbot (Anthony Hopkins). Alguns anos depois é contactado pela noiva do seu irmão, Gwen (Emily Blunt), que o informa do seu desaparecimento e lhe suplica que regresse à sua aldeia para ajudar nas buscas. Ao chegar a Blackmoor, Lawrence descobre que o seu irmão foi brutalmente assassinado e corre o rumor de que uma terrível criatura sobre-humana anda à solta pelos bosques da aldeia, uma criatura que foi vítima de uma terrível maldição que transforma homens em lobisomens. Lawrence e Frances Aberlin (Hugo Weaving), um inspector da policia inglesa, descobrem que a maldição é verdadeira e que terão de encontrar uma forma de destruir essa terrível criatura que habita nos bosques, no entanto, durante essa aventura, Lawrence vai descobrir, em si próprio, instintos que nunca antes poderia imaginar. </p>
<p><span class="youtube">
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=6N2lZwOQdMI">www.youtube.com/watch?v=6N2lZwOQdMI</a></p><br />
<strong>Crítica:</strong> Apesar das muitas críticas negativas que tenho vindo a ler sobre o filme, devo começar por dizer que &#8221;The Wolfman&#8221; embora tenha algumas falhas na sua narrativa é um filme de qualidade razoável. A história infelizmente não está desenvolvida de maneira tão eficaz como no original (onde existia mais mistério) dando um sentimento de apreensão ao espectador, e para além disso, é extremamente previsível, sem falar que foi desenvolvida de forma acelerada e que peca pelos sustos gastos e repetitivos. As actuações são razoáveis, mas não passam disso&#8230; Factor impressionante é o trabalho de fotografia, que fornece ao filme uma atmosfera muito credível. As sequências computorizadas são também elas, visualmente atractivas, mas não compensam logicamente as falhas que referi anteriormente. The Wolfman é mais um blockbuster, que não assusta ninguém, mas pode cativar pelo seu tema principal, embora não seja uma merecida homenagem ao original, infelizmente.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> The Wolfman (2010)<br />
<strong>Realização:</strong> Joe Johnston<br />
<strong>Argumento:</strong> Andrew Kevin Walker, David Self<br />
<strong>Elenco:</strong> Benicio Del Toro, Anthony Hopkins e Emily Blunt<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Drama, Thriller<br />
<strong>Avaliação:</strong> 6,0/10</p>
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		<title>Crítica: The Hunted (O Batedor)</title>
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		<pubDate>Wed, 10 Nov 2010 12:53:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<a href="http://www.foradecena.com/images/thehunted.jpg"><img src="http://www.foradecena.com/images/thehunted.jpg" alt="" title="thehunted" width="536" height="190" class="alignnone size-full wp-image-4259" /></a>
Aaron Hallam (Del Toro) é um assassino que trabalha para as forças especiais, e que durante uma missão no Kosovo viu imensos civis e crianças serem mortos. Atormentado por estas memórias, Aaron deixa a família e isola-se numa floresta perto de Oregon. O seu instinto de assassino continua bem activo, e quando dois guardas florestais e dois caçadores se cruzam no seu caminho, Aaron não êxita em mata-los. Treinado para assassinar e para se [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.foradecena.com/images/thehunted.jpg"  rel="lightbox"><img class="alignnone size-full wp-image-4259" title="thehunted" src="http://www.foradecena.com/images/thehunted.jpg" alt="" width="536" height="190" /></a><br />
<strong>Sinopse:</strong> Aaron Hallam (Del Toro) é um assassino que trabalha para as forças especiais, e que durante uma missão no Kosovo viu imensos civis e crianças serem mortos. Atormentado por estas memórias, Aaron deixa a família e isola-se numa floresta perto de Oregon. O seu instinto de assassino continua bem activo, e quando dois guardas florestais e dois caçadores se cruzam no seu caminho, Aaron não êxita em mata-los. Treinado para assassinar e para se esconder de forma bastante eficaz, ninguém consegue prende-lo, até que o FBI chama L. T. Bonham (Tommy Lee Jones), o homem que treinou e que ensinou tudo que Aaron sabe. Começa assim um jogo do gato e do rato, entre o professor e o aluno.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Já conhecida o filme &#8221;The Hunted&#8221; mas nunca tive oportunidade de o ver, até agora. Mas sendo um filme com Del Toro e Tommy Lee Jones, achei desde logo que valeria a pena ver, mas estava redondamente enganado.</p>
<p>As actuações são fraquíssimas&#8230; Del Toro mal consegue explorar a sua personagem, pois durante todo o filme os diálogos são bastante escassos e medíocres. Tommy Lee Jones não encaixa na sua personagem nem fisicamente, nem mentalmente&#8230; Não sei qual foi a ideia de colocarem Tommy Lee Jones a perseguir o jovem Del Toro, não é por nada, mas o actor ficou ridículo nesta personagem, as suas habilidades físicas para este tipo de filmes à muito que se foram. E depois temos a lindíssima Connie Nielsen para embelezar o elenco, e é apenas isso mesmo que a actriz faz, embelezar o elenco&#8230; Com um elenco conhecido e razoavelmente experiente, não sei explicar porque razão os actores parecem não encaixar nos personagens, mas certezamente é o ponto mais fraco deste filme.</p>
<p>Temos depois as cenas de acção&#8230; Que foram bem pensadas, mas que não são credíveis, pois como referi anteriormente, ver um &#8221;velho&#8221; a fazer uma perseguição destas é um pouco estranho, pois se formos a pensar bem, Aaron Hallam para além de jovem, é um soldado no activo e L. T. Bonham é uma homem reformado que volta a entrar em acção de forma repentina&#8230; Sem falar que o filme não têm ritmo nenhum, estamos na floresta, depois a perseguição começa na cidade, logo de seguida Aaron desaparece e ficámos a pensar que o filme vai baixar um pouco o ritmo, mas rapidamente temos novamente ambos os protagonistas a prepararam-se para lutar, e passado cinco minutos já estão na floresta de novo. Provavelmente teria sido boa ideia ter criado alguns momento de tensão, não?</p>
<p><span class="youtube">
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<p>A história sinceramente não é convincente e têm muitas falhas, as personagens estão mal caracterizadas e mal interpretadas, e as cenas de acção, embora estejam bem construídas (os movimentos quando ambos lutam com facas por exemplo, são movimentos bem preparados e escolhidos), foram completamente descredibilizadas pela idade de um dos actores principais. De bom, temos as paisagens/planos de fundo que são bastante bonitos&#8230; e pouco mais, infelizmente.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> The Hunted (2003)<br />
<strong>Realização:</strong> William Friedkin<br />
<strong>Argumento:</strong> David Griffiths, Peter Griffiths<br />
<strong>Elenco:</strong> Tommy Lee Jones, Benicio Del Toro e Connie Nielsen<br />
<strong>Género:</strong> Acção, Aventura, Crime<br />
<strong>Avaliação:</strong> 5,5/10</p>
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		<title>Crítica: Species (Espécie Mortal)</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Nov 2010 14:18:43 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img src="http://www.foradecena.com/images/species.jpg" alt="" title="species" width="536" height="190" class="alignnone size-full wp-image-4235" />
Ela é atraente, sedutora, inteligente... e o seu charme poderá exterminar a humanidade! Quando um ser (Natasha Henstridge), concebido geneticamente a partir de dados fornecidos por uma inteligência extra-terrestre, escapa do laboratório onde se encontrava, o cientista Xavier Fitch (Ben Kingsley), reúne um assassino a cargo do Governo (Michael Madsen), um indivíduo com capacidades extra-sensoriais (Forest Whitaker), uma bióloga [...]]]></description>
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<strong>Sinopse:</strong> Ela é atraente, sedutora, inteligente&#8230; e o seu charme poderá exterminar a humanidade! Quando um ser (Natasha Henstridge), concebido geneticamente a partir de dados fornecidos por uma inteligência extra-terrestre, escapa do laboratório onde se encontrava, o cientista Xavier Fitch (Ben Kingsley), reúne um assassino a cargo do Governo (Michael Madsen), um indivíduo com capacidades extra-sensoriais (Forest Whitaker), uma bióloga (Marg Helgenberger) e um antropólogo (Alfred Molina) para o encontrarem. Encurralando a sua presa em Los Angeles, a equipa descobre o seu diabólico plano: acasalar com homens insuspeitos e gerar descendência que poderá destruir a raça humana. E enquanto o seu mortal relógio biológico avança rapidamente, Fitch e a sua equipa perseguem-na numa corrida contra o tempo em que o destino da humanidade se encontra em jogo.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Em 1995 Species (Espécie Mortal) foi um sucesso nas bilheteiras a nível mundial, não só pela cativante história, como pelo elenco de estrelas. Destaque especial para Natasha Henstridge que começava assim a sua carreia como actriz, num papel bastante sensual, ao interpretar uma misteriosa extraterrestre.</p>
<p>Embora a história geral do filme seja interessante, como disse anteriormente, já não apresentava nada de novo na época, no entanto era cativante&#8230; mais que não fosse porque lembrava o filme &#8221;<a href="http://www.foradecena.com/critica-alien-quadrilogia/"target="_self" rel="nofollow" title="" >Alien</a>&#8221; lançado em 1979 e que foi um incrível sucesso. Não só pela história, mas também porque a criatura extraterrestre que aparece em &#8221;Species&#8221;, pois foi criada por Hans Ruedi Giger (que criou também o conhecido Alien), e ambas as criaturas têm várias semelhanças.</p>
<p><span class="youtube">
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<p>Em relação aos actores&#8230; todos eles experientes, menos Natasha Henstridge. De modo geral as interpretações são interessante, e digo novamente que o destaque vai para Natasha pois era uma novata na área da representação e conseguiu mesmo assim, desempenhar um papel muito interessante, embora não muito exigente. Após este trabalho, Natasha tornou-se muito conhecida, mais pela sua beleza extraordinária, que pelo seu desempenho como actriz, no entanto foi sem dúvida alguma a rampa de lançamento para a fama. Actualmente a actriz a nível cinematográfico, apenas aparece em pequenos papeis sem grande importância (Em Deception (2008) de Marcel Langenegger, aparece em uma única cena, que por sinal envolve uma relação sexial), curioso é o facto de uma das personagens principais neste filme ser desempenhada por Michelle Williams, que em 1995 entrou em Species onde fez uma pequena interpretação como sendo a versão mais nova da personagem extraterrestre desempenhada Natasha Henstridge, como o mundo dá voltas&#8230;</p>
<p>Com uma história cativante, e um elenco muito bom, penso que o principal factor que deixou um pouco a desejar foram sem dúvida alguma os efeitos especiais&#8230; principalmente na sequência final do filme. Os efeitos presentes por exemplo em Aliens (1986) são bastante superiores aos efeitos presentes em Species, na minha opinião. Espécie Mortal (Species) é por isso, uma combinação em doses razoáveis de acção, suspense, sensualidade e um pouco de terror. As sequelas desenvolvidas a partir do primeiro filme, deixaram um pouco a desejar. Species 2 acaba por ter uma qualidade semelhante ao original, mas perde pela falta de criatividade na história, e os restantes filmes, deixam um pouco a desejar em todos os sentidos.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Species (1995)<br />
<strong>Realização:</strong> Roger Donaldson<br />
<strong>Argumento:</strong> Dennis Feldma<br />
<strong>Elenco:</strong> Natasha Henstridge, Michael Madsen, Ben Kingsley, Forest Whitaker, Marg Helgenberger e Alfred Molina<br />
<strong>Género:</strong> Ficção Cientifica, Aventura, Terror<br />
<strong>Avaliação:</strong> 7,0/10</p>
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		<title>Crítica: Altitude (2010)</title>
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		<pubDate>Sun, 10 Oct 2010 18:50:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>afcramalho</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<img class="alignnone size-full wp-image-4165" title="altitude" src="http://www.foradecena.com/images/altitude1.jpg" alt="" width="536" height="190" />
Perdidos entre as nuvens, cinto amigos após uma estranha falha mecânica que sucedeu ao pequeno avião onde viajam, tentam a todo o custo sobreviver e manter o avião estável, mas rapidamente se apercebem que existe um problema maior. A terra por baixo deles desapareceu, e uma maléfica força move-se entre as nuvens tentando mata-los.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><img class="alignnone size-full wp-image-4165" title="altitude" src="http://www.foradecena.com/images/altitude1.jpg" alt="" width="536" height="190" /><br />
<strong>Sinopse:</strong> Perdidos entre as nuvens, cinto amigos após uma estranha falha mecânica que sucedeu ao pequeno avião onde viajam, tentam a todo o custo sobreviver e manter o avião estável, mas rapidamente se apercebem que existe um problema maior. A terra por baixo deles desapareceu, e uma maléfica força move-se entre as nuvens tentando mata-los.</p>
<p><strong>Crítica:</strong> Vi recentemente o filme &#8220;Frozen&#8221;, e como achei o filme bastante razoável&#8230; vi passado um dia ou dois o trailer de &#8220;Altitude&#8221; e de certa forma lembrou-me &#8220;Frozen&#8221;, pela ideia geral que está presente em ambos os filmes. Tal como em &#8220;Frozen&#8221;, ficámos a conhecer um pouco das personagens logo no inicio, e com o desenrolar da historia, ficamos a saber um pouco mais sobre elas. A história também se desenrola de forma razoavelmente eficaz, mas depois entra por caminhos de fantasia autentica, que tentam tornar o filme diferente, mas acabam por estraga-lo completamente. Através do trailer, ou do poster do filme, podemos ver que a certa altura, irá aparecer um género de monstro&#8230; E esta parte sem dúvida alguma que me despertou atenção, mas também me deixou bastante apreensivo, pois não via nenhuma forma de tornar aquele aparecimento normal. E tal como desconfiava, a lógica final do filme, e a explicação fornecida é bastante limitada, e sem grande sentido.</p>
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</span><p><a href="http://www.youtube.com/watch?v=eLWbM3r2W2I">www.youtube.com/watch?v=eLWbM3r2W2I</a></p></p>
<p>Acho que se optassem por ter criado um filme com uma história mais coerente, como aconteceu em &#8221;Frozen&#8221;, tivessem optado por explorar mais aquilo que aconteceu na primeira hora de filme, e tivessem esquecido a parte do monstro e parte que envolve tudo isso, teriam criado um filme razoável. De modo geral é um filme fraco, mas sempre deu para ver a belíssima Jessica Lowndes fora da série 90210.</p>
<p><strong>Título Original:</strong> Altitude (2010)<br />
<strong>Realização:</strong> Kaare Andrews<br />
<strong>Argumento:</strong> Paul A. Birkett<br />
<strong>Elenco:</strong> Jessica Lowndes, Julianna Guill, Ryan Donowho, Landon Liboiron, Jake Weary<br />
<strong>Género:</strong> Terror, Aventura, Thriller<br />
<strong>Avaliação:</strong> 5,5/10</p>
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