
Sinopse: Este filme é baseado no romance de F. Scott Fitzgerald, com o mesmo nome, escrito em 1922. Este relata a história de um homem que viveu em circunstâncias muito especiais, tendo nascido na casa dos oitenta anos, e que veio rejuvenescendo com o passar dos anos. Benjamin Button (Brad Pitt) nasceu em circunstâncias muito diferentes do habitual, no entanto conseguiu manter uma vida repleta de sensações e emoções, vivendo um romance com Daisy (Cate Blanchett) a rapariga mais bonita que conheceu… mas incapaz de parar o tempo, Benjamin continuava a ficar mais novo, e Daisy mais velha.
Critica: Scott Fitzgerald escreveu um conto sobre o tempo e o seu impacto nas nossas vidas, e Eric Roth adaptou esse grande conto para o grande ecrã, e o que surgiu foi nada mais, nada menos, que o grande filme “The Curious Case of Benjamin Button”. Desde que ouvi falar pela primeira vez deste filme e soube que David Fincher e Brad Pitt iriam trabalhar nele juntos, fiquei no mínimo… curioso. Mas nunca pensei que iriam criar uma obra ao ponto de marcar a história do cinema para sempre.
Logo no inicio do filme fiquei completamente deliciado com os efeitos especiais aplicados para a criação de um bebé com ar de velho, que depois se vai tornando numa criança e posteriormente num homem, e simultaneamente vai ficando mais jovem. Um processo de caracterização muito pormenorizado e completo que só se conseguiu realizar a partir de computação gráfica e efeitos práticos na maquilhagem.
O filme conta também com uma história muito bem construída e cheia de imaginação, que cativa o telespectador do princípio ao fim (e tem quase 3 horas de duração). Blanchett e Pitt dão vida às personagens principais e é de louvar ambas as interpretações, que estão no mínimo excelentes, conseguindo transmitir os mais diversos sentimentos e emoções. O filme conta com muitos momentos tristes, mas alguns alegres também, sendo um filme que em certos momentos pode fazer o telespectador rir e noutros chorar.
Fincher faz um excelente trabalho entre o equilíbrio da fantasia e a realidade, não cometendo o erro de tornar o filme excessivamente irrealista mas também não permitindo que seja apenas uma história de amor.
No entanto o filme também tem pontos baixos. Para um filme tão longo (2h46min), o ritmo é relativamente lento e só começa a subir quando Benjamin e Daisy finalmente se encontram. Outra falha que o filme possui é sem dúvida a busca pelo pormenor, muitas das cenas são prolongadas sem necessidade, para contar detalhes que nada acrescentam à história principal…o filme é longo, e para muitas pessoas pode ser longo demais.
No entanto é um trabalho intemporal que irá tornar-se num grande clássico da história do cinema. O género de filme que vale a pena ver, voltar a ver e depois rever.
O melhor: As interpretações e o processo de caracterização por parte de computação gráfica e efeitos práticos na maquilhagem.
O pior: Filme muito longo com um ritmo lento.
Título Original: The Curious Case of Benjamin Button (2008)
Realização: David Fincher
Argumento: Eric Roth, F. Scott Fitzgerald
Intérpretes: Brad Pitt, Cate Blanchett
Trailer: Visualize o trailer aqui
Género: Drama, Mistério, Romance
Avaliação: 8,5/10








Janeiro 24th, 2009
0:42
Vi hoje o filme, pelos aspectos positivos tenho a destacar, como disseste, as interpretações e trabalho de maquilhagem e computação para que tudo parece-se o mais realista possivel, gostei também da história se ter desenrolado com a filha de Benjamin a ler a sua auto-biografia e no fim tudo se interligar (passado e presente). O que destaco pelo lado negativo é o facto da ápoca em que se desenrola a acção tal como o vestuario e os cenários indicam, ser antigo, pessoalmente não gosto, mas acredito que para a maioria não faça diferença. Também não gostei da lentidão de certas partes do filme, dei por mim, em certos momentos, sem estar a tomar atenção.
Por ultimo o ponto mais negativo foi sem duvida a falta de coerência no decorrer do filme, senão vejamos, o Benjamin nasce como um bebé envelhecido, vai crescendo e vai ficando mais novo mas a sua mentalidade quando ainda velho é igual à de um miudo da idade dele, à medida que vai ficando mais novo seria de esperar que ganhasse mais maturidade com o passar dos anos, acontece que quando chega à idade infantil (60 ou 70 anos de vida na realidade) a sua mentalidade é na mesma igual à de uma criança, talvez não houvesse hipotese de fazer o filme de outra forma e é por isso que acho a história um pouco sem lógica.
Março 1st, 2009
23:52
Vi o filme ontem. Achei realmente um bocado longo, mas a história é espectacular. Gostei, tem partes comoventes, como por exemplo quando ele tem corpo de velho e vai brincar com a Daisy e são apanhados pela avó dela e ele pergunta à Quennie: “Mamã,o que é que eu tenho de diferente?” ou algo assim do género…
A história tem um bocadinho a incoerência que o Prodey diz, mas no fundo quando ele começa a ser criança parece ter sintomas como se fosse alzheimer, pois nao se lembra das coisas, até tem um bocado de agressividade. Por isso penso que não é assim tão incoenrente como parece. Além disso, se ele conforme ficasse bebé tivesse a mesma mentalidade e falasse e tudo, tirava um pouco o “realismo” da cena… Eu sinceramente gostei. Só achei um bocado longo.
Agosto 7th, 2009
21:54
Vi o filme ontem. Achei realmente um bocado longo, mas a história é espectacular. Gostei, tem partes comoventes, como por exemplo quando ele tem corpo de velho e vai brincar com a Daisy e são apanhados pela avó dela e ele pergunta à Quennie: “Mamã,o que é que eu tenho de diferente?” ou algo assim do género…
A história tem um bocadinho a incoerência que o Prodey diz, mas no fundo quando ele começa a ser criança parece ter sintomas como se fosse alzheimer, pois nao se lembra das coisas, até tem um bocado de agressividade. Por isso penso que não é assim tão incoenrente como parece. Além disso, se ele conforme ficasse bebé tivesse a mesma mentalidade e falasse e tudo, tirava um pouco o “realismo” da cena… Eu sinceramente gostei. Só achei um bocado longo.