
O director Peter Jackson, surpreende seus fãs com uma adaptação do best-seller “Uma Vida Interrompida”, numa trama batida e enredo bem ao estilo do fim dos anos 80. Pouco original, absolutamente diferente de suas outras obras consagradas. Actuando lindamente, está a actriz Saoirse Ronan interpretando Susie Salmon. Vale lembrar também de Susan Sarandon, que neste filme é única, aparece pouco, mas aparece naquele momento, em que a plateia está quase pescando de sono (literalmente) nas lindas imagens de computação gráfica… Daí Susan aparece e acordamos, obrigado Susan!! E preciso falar do actor Stanley Tucci como Mr Harvey, a actuação magnífica, um assassino estranhamente carismático, representado de forma altamente superior.
Depois disso tudo, que mais posso falar do filme? É bom? Ruim? Um ou dois personagens jamais salvariam um filme, fato, mas esses fizeram com que este não fosse uma lástima. Portanto é bom sim.
A historia é centrada em uma jovem garota que foi assassinada pelo seu vizinho. No entanto, do Céu, ela acompanha a vida da família e até mesmo de seu próprio assassino. É neste momento que sofremos com a criança, e seus dramas nada convencionais, ficamos aflitos, ela morreu e está ali vivendo do outro lado. O filme trava uma luta desesperadora de uma jovem garota e seu desejo de vingança pela sua morte. Num momento peculiar do filme, Susie confunde a realidade com uma nova realidade, ela ainda não sabe que morreu; e também não sabe que pode interagir com o mundo dos vivos. No paraíso ela encontra uma amiga, depois outra, e outra, e outra, mas o que é isso? Todas morreram da mesma forma? Uma mais nova do que a outra?! O mesmo assassino? Ah não sei, muito previsível. Lembrando muito Ghost, dá direito atá a uma médium, que empresta seu corpo para que Susie Salmon possa realizar seu ultimo desejo, affe.
Mas isso em momento algum o instigará, ou irá deixá-lo depressivo. Mas por que, com uma historia tão emocionante? Acredito que a originalidade esteve ausente neste.
O filme é previsível sim, mas como já disse: vamos apenas prestigiar grandes actores, vale a pena. Não é preciso falar novamente que lembra muito de Ghost, o clássico do cinema dirigido por Jerry Zucker. Mas diferentemente de Ghost, neste você pode ir desarmado dos lenços, não haverão lágrimas.
Frederico








Fevereiro 15th, 2010
17:30
como não haverá lagrimas?eu chorei só de ver o trailer.
Julho 3rd, 2010
21:37
Cara, sua crítica está com um fundamento ainda bem superficial. Principalmente quando vc fala das tais amigas q a menina encontra no paraíso. Se vc realmente quiser entender o q é isso, estude um pouco da doutrina espírita, irá entender quem essas “amigas” realmente representam. E sim, para quem é espírita, irá entender esse filme de forma rápida e tirar ele de letra. Estude um pouco, ai tlavez vc deva entender alguns fatos não compreendidos! Abração cara.